Produção industrial baiana recuou 2,2% em janeiro
Registraram as maiores contribuições negativas os segmentos de Produtos químicos (-13%) e Celulose, papel e produtos de papel (-25%)

A produção industrial na Bahia apresentou queda de 2,2% em janeiro deste ano, no comparativo com dezembro do ano passado. Já na comparação com janeiro de 2018, o segmento, que comporta transformação e extração de mineral, assinalou redução de 5,5%.
As informações fazem parte da Pesquisa Industrial Mensal (PIM) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Setores – Na comparação de janeiro de 2019 com igual mês do ano anterior, a indústria baiana apresentou queda de 5,5%, com sete das 12 atividades pesquisadas assinalando redução da produção.
Os segmentos Produtos químicos (-13,8%) e Celulose, papel e produtos de papel (-25,0%) registraram as maiores contribuições negativas, em grande parte, devido à queda na produção ureia, amoníaco e princípios ativos de herbicidas, no primeiro segmento, e de pastas químicas de madeira, no segundo.
Outros segmentos que registraram redução foram: Derivados de petróleo (-7,0%), Metalurgia (-11,3%), Veículos (-2,7%), Extrativa (-4,7%) e Equipamentos de informática, produtos eletrônicos e outros (-34,5%).
Por outro lado, o setor Produtos alimentícios (9,2%) exerceu a principal influência positiva no período, explicada especialmente pela maior fabricação de óleo de soja refinado, resíduos da extração de soja, óleo de soja em bruto.
Outros resultados positivos no indicador foram observados nos segmentos de Minerais não metálicos (26,2%), Couro, artigos para viagem e calçados (17,2%), Produtos de borracha e de material plástico (8,0%) e Bebidas (12,9%).
No acumulado dos últimos 12 meses, comparado com o mesmo período anterior, a taxa da produção industrial baiana foi de -0,1%. Seis dos 12 segmentos da Indústria geral influenciaram o resultado no período, com destaque para Produtos químicos, que teve queda de 7,2%. Importante ressaltar também os resultados negativos assinalados por Couro, artigos de viagem e calçados (-7,0%), Minerais não metálicos (-5,4%), Produtos de borracha e material plástico (-1,0%) e Celulose, papel e produtos de papel (-0,5%). Destacaram-se positivamente Veículos (5,5%) e Metalurgia (4,2%).
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