Brasileiros ficam entre os últimos no 2º dia do Mundial de Atletismo
O Brasil tem uma delegação com dez atletas na competição

Se houvesse uma premiação na ordem inversa de classificação, o Brasil seria líder do quadro de medalhas do Mundial Indoor de Atletismo. Como não há, segue mostrando o péssimo momento que vive na modalidade. Os três atletas que competiram na noite de sexta-feira em Portland, nos Estados Unidos, ficaram entre os últimos. O mesmo já havia acontecido no salto com vara masculino na sexta-feira. Só Fabiana Murer foi menos mal, em sexto.
No arremesso de peso, Darlan Romani terminou em 18.º entre 19 competidores. Queimou dois arremessos e só acertou o primeiro: 18,50m. O resultado é recorde brasileiro indoor, o que só é explicado pela inexistência de competições deste tipo no País. “Tive dificuldades de adaptação à área do arremesso indoor, menor do que ao ar livre”, argumentou.
No salto em distância, Eliane Martins foi convidada de última hora pela Associação das Federações Internacionais de Atletismo (IAAF) e fez feio no Mundial. Queimou os três saltos e, sem resultado, sequer pode dizer que ficou em último. Oficialmente não ela tem classificação.
Já nos 60m com barreiras Fabiana Moraes ficou em quarto na terceira bateria eliminatória, com 8s28, e não avançou à final. Na classificação geral, fez o 14.º tempo entre 18 atletas. “Não tive uma boa largada e isso é decisivo numa prova tão curta como a minha”, explicou. Dos três, só ela não tem índice olímpico.
MEDALHAS – Revelação da temporada passada nos 100m, o norte-americano Trayvon Bromell, de 20 anos, ganhou o ouro na prova mais rápida do Mundial Indoor, de 60m. Na final, correu a distância em 6s47, deixando para trás o jamaicano Asafa Powell, que fez 6s50 para ficar com a prata. O veterano vinha de 6s44 tanto nas eliminatórias, de tarde, quanto na semifinal, pouco mais cedo.
De forma geral, a final foi equilibradíssima, com todos os competidores separados por apenas 0s09. Ramon Gittens faturou o bronze para Barbados. A surpresa foi a China em quarto e quinto. Nos 60m com barreiras para mulheres, dobradinha americana, com Nia Ali (7s81) e Brianna Rollins (7s82). Tianny Porter faturou o bronze para Grã-Bretanha, com 7s90.
Os EUA também ganharam ouro no salto em distância feminino, com Brittney Reese, que saltou 7,22m e superou com folgas a sérvia Ivana Spanovic (7,07m) e a britânica Lorraine Ugen (6,93m). Por fim, no peso, o pódio teve o neozelandês Tomas Walsh com ouro (21,78m), acompanhado do romeno Andrei Gag (20,89m) e do croata Filip Mihaljevic (20,87m).
Mais notícias
-
Campeonato Brasileiro06h00 de 23/11/2025
Sport x Vitória: onde assistir, prováveis escalações e arbitragem
-
Campeonato Brasileiro05h45 de 23/11/2025
Bahia x Vasco: onde assistir, prováveis escalações e arbitragem
-
Libertadores21h00 de 21/11/2025
Bahia ganha chance extra na Libertadores com impasse do Mirassol; entenda
-
Seleção Brasileira14h49 de 21/11/2025
Dell brilha, Brasil vence o Marrocos no fim e avança à semifinal do Mundial sub-17
-
EC Bahia14h15 de 21/11/2025
Chances do Bahia no G-5 despencam após derrota para o Fortaleza; veja números
-
EC Bahia12h51 de 21/11/2025
Bahia prepara renovação de joia da base para evitar assédio nacional
-
EC Vitória11h58 de 21/11/2025
Vitória defende invencibilidade diante do Sport; confira retrospecto
-
EC Bahia10h58 de 21/11/2025
Ceni detona atuação do Bahia após derrota em casa: ‘Primeiro tempo ridículo’
-
EC Bahia09h51 de 21/11/2025
Everton Ribeiro confia no Bahia em voltar ao G-5: ‘Ainda está nas nossas mãos’
-
EC Bahia09h25 de 21/11/2025
Tiago lamenta derrota do Bahia, mas diz que não é hora de “baixar a cabeça’









