Publicado em 26/05/2021 às 08h46.

Planos de saúde defendem liberação de preço para contrato individual e familiar

ANS estabelece teto de reajuste para categoria e neste ano deve determinar desconto obrigatório

Redação
Foto: Agência Brasil/Arquivo
Foto: Agência Brasil/Arquivo

 

Representantes do mercado de planos de saúde têm sugerido que a categoria deixe de ser submetida ao teto definido pela ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar).

A decisão ocorre porque, muito provavelmente ainda este ano, a categoria será obrigada pelo órgão regulador a dar um desconto nos preços para os clientes com contratos individuais e familiares.

 

O que defendem as empresas do setor, como a Abramge e a FenaSaúde, é que os reajustes dos planos individuais e familiares sejam regulados pelo mercado, assim como os coletivos, que têm a correção definida na relação comercial entre o contratante e a operadora.

No modelo existente, a ANS combina as despesas médicas das operadoras de todo o país e o índice da inflação para chegar à correção.

Mas as entidades, segundo informações da coluna Painel, da Folha, acham que o cálculo deveria considerar as diferenças de custos regionais.

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