Rita Batista diz que esse Carnaval é especial e explica vídeos reflexivos nas redes sociais
A global também falou da inclusão social no período da folia momesca

Curtindo o Carnaval, em Salvador, a apresentadora da TV Globo e do GNT, Rita Batista, falou sobre os 40 anos do Axé, e disse que é importante comemorar esse momento único.
Em entrevista bahia.ba, a global afirmou que está adorando viver esse Carnaval, que é especial, por conta da celebração da música baiana. “40 anos do Axé Music. É importante celebrar a música baiana, celebrar Luiz Caldas com seu disco Magia que, em 85, projetou essa música que a gente já fazia aqui com a participação preponderante do povo preto, amplificada para o resto do pais e para o mundo”, declarou a soteropolitana, que curte a festa no Camarote Expresso 2222, no Circuito Dodô (Barra-Ondina).
“É importante que a gente celebre os nossos, que a gente saúde aqueles que vieram antes da gente e que a gente, claro, se integre ao novo, saiba que o novo está aí, reproduzindo aquilo que já foi feito e também bebendo nessa fonte para fazer sua própria trajetória e história”, completou.
Rita também falou da inclusão social no período da folia momesca e estendeu o tema reflexivo para uma vida melhor no futuro. Ela disse que não está achando essa inclusão toda não e fez ponderações. “A volta do bloco ‘Me Deixe à Vontade’, que desfila neste sábado (1º), no Campo Grande, já um fato importante. Quando eu vejo, por exemplo, os tradutores de libras nos palcos, isso também é inclusão, mas eu acho que a gente precisa ser mais acessível”, explicou.
“Se a gente quer mesmo uma sociedade justa, é preciso que tenhamos a possiblidade de que todas as pessoas estejam em todos os lugares, façam sua festa com segurança. Que tenha espaço geográfico para que essas pessoas consigam transitar diante das dificuldades, de suas necessidades, das suas deficiências. E que a gente esteja preparado para essa sociedade igualitária e mais justa, que de fato nós queremos”, avaliou a apresentadora.
No Instagram, Rita Batista é bastante ativa com suas reflexões diárias. Ela explicou por qual razão teve essa iniciativa. “Pensar positivo e pensar negativo dá o mesmo trabalho. Quando eu entendi isso, que eu aprendi isso, ali por volta dos 20 anos, eu comecei a exercitar. Se tem de pensar, que pense uma coisa boa, coisa que preste, que afirme as coisas que a gente quer. Esse entendimento que o universo é uma coisa só, que fazemos parte disso, que precisamos estar integrados à natureza, eu acho que vem muito do candomblé, minha religião, de saber que essa força do vento, da água, das folhas… isso tudo nos diz muito. Acho que juntei uma coisa a outra. Eu sou um verdadeiro resultado das coisas que penso, que digo para as pessoas. Quando eu digo nas redes sociais, eu estou dizendo mais pra mim, que pra vocês. É o exercício que já fiz e estou passando a diante, porque a vida é boomerang e a gente precisa verdadeiramente plantar para colher”, revelou.
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