Publicado em 13/09/2016 às 13h03.

Atletismo do Brasil leva ouro no 4x100m e bronze nos 100m

A primeira posição no revezamento foi para o quarteto Diogo Ualisson, Gustavo Araújo, Daniel Silva e Felipe Gomes. Nos 100m T38, Edson Pinheiro levou o terceiro lugar

Ana Lucia Andrade
Brasil conquista a medalha de ouro na prova 4 x 100 masculino na categoria T11-13 nos jogos Paralímpicos (Foto Dhavid Normando/Futura Press/estadao Conteudo)
Brasil conquista a medalha de ouro na prova 4 x 100 masculino na categoria T11-13 nos jogos Paralímpicos (Foto Dhavid Normando/Futura Press/Estadão Conteúdo)

 

O atletismo não para de dar medalhas ao Brasil nos Jogos Paralímpicos do Rio. Na manhã desta terça-feira (13), no Engenhão, o país assegurou mais dois lugares no pódio em provas de pista com o ouro conquistado nas disputas do revezamento 4×100 metros classes T11-T13 (deficientes visuais), prova em que faturou o ouro, e nos 100m T38, com o bronze de Edson Pinheiro.

O ouro no revezamento foi assegurado pelo quarteto formado por Daniel Silva, Diogo Ualisson Jerônimo da Silva, Felipe Gomes, Gustavo Araújo. A equipe brasileira completou a distância em 42s37, também estabelecendo um novo recorde paralímpico.

Jerônimo da Silva abriu boa vantagem logo nos 100 metros iniciais da disputa e Gustavo Araújo sustentou a liderança. Na sequência foi a vez de Daniel Silva correr por mais 100m até a parte final ser concluída por Felipe Gomes, prata nos 100m T11.

O quarteto da China foi o que mais se aproximou do Brasil, garantindo a medalha de prata com o tempo de 43s05. O bronze foi para a equipe do Usbequistão com a marca de 43s66.

Bronze – Já Edson Pinheiro garantiu a medalha de bronze nos 100m T38 (paralisados cerebrais andantes) com o tempo de 11s26. O brasileiro ficou em terceiro enquanto o australiano Evan O’Hanlon garantiu o segundo lugar, com 10s98, e o chinês Hu Jianwen conquistou o ouro com o tempo de 10s74, quebrando o recorde mundial da prova.

Nascido no Acre, Edson Pinheiro teve paralisia cerebral logo no parto devido à falta de oxigenação no cérebro. Em 2001, tentou praticar o tênis de mesa, mas não teve muito êxito. Foi quando começou a disputar provas no atletismo. Agora garantiu a sua primeira medalha paralímpica.

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