Publicado em 20/12/2016 às 13h42.

Justiça boliviana marca audiência de sócio da LaMia e de refugiada

Dupla terá que prestar esclarecimentos a respeito do trágico acidente aéreo que resultou na morte de 71 pessoas

Rebeca Bastos
Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

 

A Justiça boliviana marcou para o dia 3 de janeiro, a audiência de Marco Antonio Rocha Venegas, sócio da LaMia e de Celia Castedo Monasterio, ex-funcionária da Aasana (Administração de Aeroportos e Serviços Auxiliares à Navegação Aérea da Bolívia). A dupla terá que prestar esclarecimentos a respeito do trágico acidente aéreo que resultou na morte de 71 pessoas, entre elas 19 atletas e membros da comissão técnica da Chapecoense.

Responsável por fundar a companhia de voos fretados, Rocha está fora do país para acertar os trâmites dos seguros para as famílias das vítimas. Celia, por sua vez, passou a sofrer ameaças e está refugiada no Brasil desde o dia 6 deste mês. Foi ela quem autorizou o plano de voo que acabou em tragédia.

Fiscal do Ministério Público boliviano e responsável pela investigação, Osvaldo Tejerina declarou que se os dois não comparecerem à audiência, a Justiça vai considerá-los “rebeldes”.

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