Lá se vai Jorge Hereda pra longe da gente …
Mas, jamais esquecerei dele, da sua Simpatia em pessoa, literalmente

Mas, Jorge Hereda não expressa apenas Simpatia, Ele incorporava em seu Coração e Mente um monte de Valores Humanos Positivos que davam muito sentido de Vida e Viver, prá Ele, prá Mim, prá seus AMIGOS e para sua Família. Elionor, sua Esposa-Mulher-Companheira é quem melhor sabe disso e, imagino o baque que causou em seu Coração em não mais ter os seus beijos, aconchegos, colóquios, prazeres e FELICIDADE com total sintonia entre Razão, Paixão e Amor.
Assim, o nosso Arquiteto, vai nos fazer falta demais pelo que Ele fez e arquitetou fazer pela frente se vivo continuasse.
A ausência de Jorge Hereda entre nós, daqui pra frente, vai nos deixar um vazio em múltiplos sentidos e perspectivas que só será com compensado pelo seu legado exemplar, também em múltiplos sentidos e perspectivas. Os sentidos, conteúdos e formas de fazer as coisas boas para se viver bem, com FELICIDADE, Jorge Hereda fazia não só pra si, mas também para todos(as) os(as) nossos (as) Hermanos Humanos do Brasil e de todo o Planeta Terra.
Ele foi um Excelente Arquiteto Urbanístico Humanista que deixou um legado enorme para bebermos em sua fonte.
Ele foi um Pai de Família-Esposo exemplar e contemporâneo.
Ele foi um Amigo para mim, espetacular.
Ele foi um dos Presidentes da nossa Caixa Econômica Federal que mais significou e deu sentido social a esta Empresa Pública que é um dos principais patrimônios do Povo Brasileiro.
Ele foi um dirigente de várias Instituições públicas em São Paulo e na Bahia em que as dirigiu com Profundo e Amplo Sentido Público de servir ao Público-Sociedade e não ao Particular-Privado-Pessoal.
Assim, Jorge Hereda, não ver-te mais em pessoa física presencialmente, vai ser demais para mim e já está me causando uma enorme Saudade, que só será definitivamente resolvida quando te encontrar de novo em algum lugar do Infinito Cósmico, que espero seja o mais longe possível, para mim.
Até lá te contente em encontrar com Dorival Caymmi, Zezéu Ribeiro, Moraes Moreira, Jorge Portugal, Jaime Sodré e Juvená.
Jorge Hereda, com essas perdas recentes de Amigos/Companheiros valiosíssimos, tua ausência me remete a evocar Octávio Mangabeira nossa grande referência política baiana-brasileira no seu Discurso de despedida da Câmara dos Deputados em 1958 para se candidatar a Senador pela Bahia.
Em um determinado momento do seu discurso Octávio Mangabeira se lembrou de vários dos seus Companheiros de Geração da antiga Cadeia Velha, e disse:
“Somente eu vivo por aqui, perambulando, uma sombra, uma sobra, um vestígio, uma reminiscência do passado”.
Pois é Companheiro Jorge Hereda, tua despedida de nós é tão prematura que me deixou tonto e me remeteu ao extremo, pensando que só restou Eu aqui, da nossa geração.
Mas, não, Velho Amigo e Companheiro, ainda somos uma boa quantidade de Companheiros e Companheiras das antigas na linha de frente para a construção de um Brasil e um Mundo Melhor para todos(as) nossos(as) Hermanos (as) Humanos.
Vá em paz Jorge Hereda.
Tú vás estar sempre presente entre Nós.
Um grande abraço de passagem para ti, Jorge Hereda,
Do teu eterno Amigo,
Edival Passos
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