Publicado em 03/02/2016 às 13h20.

Grupo que realiza transporte irregular no aeroporto é preso

A operação-relâmpago envolveu 50 policiais civis que apreenderam, também, nove veículos utilizados na prática criminosa

Redação

Um grupo de 13 homens que realizava transporte irregular no Aeroporto Internacional de Salvador foram presos em flagrante nesta terça-feira (2). A operação-relâmpago envolveu 50 policiais civis que apreenderam, também, nove veículos utilizados na prática criminosa. Os suspeitos serão indiciados por associação criminosa e atentado contra a segurança de serviços de utilidade pública. O Código Penal prevê pena de um a três anos para o primeiro crime, e de um a cinco anos, com  aplicação de multa, para o segundo.

Ao jornal A Tarde, o coordenador do COE, delegado André Viana, disse que o serviço de inteligência detectou ao menos 30 pessoas a praticar os crimes no terminal e que os policiais agiram “de forma discreta” para deter parte do bando.

Segundo o delegado, a operação teve início às 15h e os detidos foram conduzidos à base do COE, ao lado do aeroporto, onde foram interrogados e indiciados.
Uma audiência de custódia definirá se eles ficarão encarcerados ou se responderão em liberdade. Ainda de acordo com Viana, as imagens dos motoristas em ação, juntamente com as filmagens do sistema de monitoramento do aeroporto serão usadas para reforçar as acusações.

Se a decisão judicial for a de manter as prisões, eles serão transferidos para a carceragem da 1ª DT (Barris), onde deverão aguardar julgamento ou transferência para a Casa de Detenção (Mata Escura). Viana disse ainda que novas ações poderão ser realizadas nos próximos dias.

Cuidados – O serviço clandestino oferece uma série de riscos aos passageiros, uma vez que os veículos e o serviço em si não possuem fiscalização nem informações sobre os motoristas e controle da segurança dos automóveis utilizados na prática. Segundo o delegado, entre os carros apreendidos, pelo menos um deles estava sem condições de trafegar de forma segura.

Participaram da operação-relâmpago homens da Coordenação de Operações Especiais (COE), do Departamento de Inteligência Policial (DIP), Departamento de Polícia do Interior (Depin) e do Serviço de Investigação (SI).

Este site armazena cookies para coletar informações e melhorar sua experiência de navegação. Settings ou consulte nossa política.